Coletivo 7Mulheres

 

 

Ana Sabiá | Betinha Trevisan | Dirce Körbes | Luciana Petrelli | Lucila Horn | Ro Cechinel | Soninha Vill

 

 

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O coletivo 7Mulheres, estuda, reflete e produz fotografia contemporânea, é um grupo plural  que se afirma política e esteticamente em sua interação com o mundo.
Foi participando do 'Núcleo de Estudos em Fotografia e Arte - NEFA' que confirmamos nosso poder como coletivo e entendemos que a reflexão, quando em conjunto, abre frentes para novos pontos de vista e a discussão se torna rica e dinâmica. Assim, aprendemos que o pensamento democrático é indispensável para a criação de um corpo expandido de pensamento, acreditando na diversidade.

Ana Sabiá Como típica geminiana transito simultaneamente entre polos e dualidades. Meus interesses investigativos na fotografia abarcam desde as memórias lúdicas da minha infância à complexidade inerente às transformações afetivas na vida adulta; me desdobro entre a concretude política que enfrenta o corpo físico à surrealidade dos afectos e desejos do sujeito; me alimento da possibilidade de ficção que o medium fotográfico oferece como ferramenta de enfrentamento da realidade objetiva. Para fomentar nosso diálogo te convido à outras proposições:  www.anasabia.com e @anasabia.as

 

 

Luciana Petrelli A fotografia para mim é a síntese de uma organização definida em décimos de segundo entre o sentir e o pensar, neste momento recorto fragmentos da realidade que se movem através da luz e das sombras em silêncio, são instantes da vida quem me captam. Partindo da observação e motivada pela condição humana, busco a poética do Haikai  em imagens fotográficas, me sinto influenciada diretamente pela da poesia e desta forma recorto partes da realidade sobrepondo outras e criando novas impressões. Minhas pesquisas contribuem para que eu possa compreender melhor meu papel neste momento de vida. www.lucianapetrelli.com.br  @lucianapetrelli

 

 

Dirce Körbes participa do NEFA desde 2015, é  formada em Artes Plásticas, pós-graduada em Pintura (1994) e Especialista em Linguagem Plástica Contemporânea (2002) no CEART/UDESC. Artista desde os anos 80, participou de exposições individuais, coletivas e simpósios no Brasil e no Exterior, destacando o Salon International d'Art Contemporain Esch-sur-Alzette de Luxemburgo; SIANOJA na Espanha; e na Carolina do Norte/EUA participou da “No Boundaries International Art Colony“; sua primeira individual foi em 1991 no “CICLO FINAL”, MASC. Recentemente participou da coletiva “O Ser e a sua Natureza” no Instituto Internacional Juarez Machado, Joinville/SC/2019; do Festival de Fotografia Floripa na Foto/2019 com a exposição “Noite - paisagens imaginárias“ e da exposição multimídia “Entre nós entre laços” da “Missão de cultura a cultura”; da exposição “Vento Sul” no 9º Foto em Pauta de Tiradentes; na Espanha, participou da exposição “IMAGINARIOS FEMENINOS - SER MUJER“, Barcelona/2019, e da 9a. Edição da BIENAL DE CURITIBA /SC no MESC/ Florianópolis/2017; fez a individual “MATIZES DO TEMPO" na Galeria Municipal Pedro Paulo Vecchietti.

 

 

Lucila Horn Sou aquariana com ascendente em aquário, e isso não significa nada, mas me ajuda a justificar minha enorme dificuldade em fazer uma coisa só. Por isso sou artista, produtora, professora, curadora e cozinheira por prazer. Desde muito pequena amo imagens, necessito delas para viver, para pensar e para me expressar. Não era boa com palavras, a timidez me travava (as vezes trava ainda). Ser professora por 30 anos e de ter me mantido sempre estudando me ajudou muito neste quesito. Sinto que sem a arte eu não teria existência, pois foi o teatro que me ajudou a me entender na adolescência, foi na pintura que me entendi na fase adulta e as expressões artísticas permearam muito minhas relações ( com amigos, amores e como mãe), e a fotografia apesar de me acompanhar nesses 35 anos que me entendo como artista, foi fundamental nesses últimos anos 20 anos, possibilitou encontros maravilhosos e transformou minha forma de ver o mundo na maturidade (se é que essa tal chegou). Hoje junto fotografia, desenho, pintura, educação, produção e ainda estou a cada dia tentando me conhecer. Na minha trajetória até aqui, o que sempre me afetou, foi o afeto.

 

 

Betinha Trevisan trabalha como Artista Visual desde o início dos anos 80, quando ingressou no Curso de Desenho e Plástica da Universidade Federal de Santa Maria/RS. Em 1985, mudou-se para Florianópolis/SC, e desde então vem desenvolvendo pesquisas e trabalhos utilizando-se de diversas técnicas e linguagens, entre elas pintura, desenho, gravura, aquarela, objetos e fotografia. Desde sua primeira exposição de pinturas em 1989 não parou mais, tendo participado de mostras coletivas, salões e exposições individuais, em diversas cidades brasileiras, Virginia (USA), Paris (França) e Buenos Aires (Argentina). Atualmente participa do Núcleo de Estudos em Fotografia e Artes (NEFA) e sua pesquisa está voltada para a relação entre pintura e fotografia.

 

 

Ro Cechinel Formada em Educação Artística - habilitação em Artes Plásticas pela UDESC e especialista em Arte Educação, tenho feito uso da fotografia nas minhas pesquisas visuais buscando um olhar atento ao comum, um olhar onde luzes, ângulos, cores e formas sugerem um outro ponto de vista, revelando um mundo sutil que está aí e que o olhar apressado do dia-a-dia nos impede de percebê-lo. Composições abstratas e cenas imaginárias tomam uma outra dimensão, como se um silencioso mundo paralelo esperasse por ser descoberto. Em Florianópolis, realizou mostras individuais no Museu Histórico de Santa Catarina, no Centro Integrado de Cultura, na Fundação Franklin Cascaes e na Assembleia Legislativa. Participou de várias exposições coletivas em Santa Catarina, entre elas, da 14 Bienal Internacional de Curitiba - Polo de Santa Catarina, no Museu de arte de Santa Catarina, e na Itália, participou de mostras Internacionais de Artes Visuais e no Festival de Fotografia Europea.

 

 

Soninha Vill  A fotografia é meu campo de trabalho, pesquisa e devaneio estético. Movimento-me entre a paisagem e as várias camadas políticas que podem ser escavadas nela. A cor é minha parceira, embora me esbalde numa poética minimalista e monocromática. Meu trabalho é movido pelo engajamento. Ele expande-se no desejo de mergulhar e desvelar o que pode ser ainda mais explicitado em imagens. As questões que me impulsionam se tornam o meu oxigênio. É neste fluxo que encontro e transformo a minha relação com o mundo. @soninhavil

 

 

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